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Fruto da própria essência do homem, a arte é por isso divina, um sopro de vida no desolado da humanidade.

 

A necessidade intrínseca de comunicar levou-nos a olhar para dentro, expormo-nos sem medos, despidos de preconceitos... criar, buscando a verdade; fragmentos de vida que perduram no tempo deixando, como legado á gerações futuras, a actual realidade de um mundo sempre mais confuso e abstracto.

 

O artista não mente! Sente! Dá corpo ao sentimento, faz a obra.

 

Ela é então parte da alma, um sentimento palpável, o conteúdo interior em todo o seu esplendor mas também a revolta dolorosa que é fruto e incentivo da e para a criação.

 

O inevitável acontece quando chegar a sua hora



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